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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Biquini com Energia Solar

Cada biquíni é inteiramente feito à mão. Com esta invenção os usuários não precisam mais se preocupar com a bateria do iPod ou celulares, pois o próprio biquíni solar irá carregar os gadgets enquanto a pessoa estiver exposta ao sol. (Imagem:Divulgação)Uma grande oportunidade para as mulheres que gostam de curtir um "sonzinho" enquanto pegam aquele bronzeado. Um biquini com placas solares pode ser a nova sensação dos próximos verões, além de uma atitude sustentável, é capaz de ser usado como carregador de bateria para celulares ou iPod.

Veja a matéria completa abaixo.






O designer norte-americano Andrew Schneider pensou nas pessoas que não largam os aparelhos celulares em momento algum enquanto projetava o “Solar Coterie”. A invenção é um biquíni solar capaz de carregar dispositivos eletrônicos. O traje de banho high-tech é feito com películas solares com uma saída USB, onde pode-se carregar um iPod.

O ítem foi adaptado com tiras de filmes fotovoltáicos "1 x 4" costurados em série, entrelaçados em um fio condutor. As células terminam em um regulador de 5 volts em uma conexão USB.
Cada biquíni, custa pouco menos de 200 dólares e é inteiramente feito à mão, exigindo uma média de 80 horas para ser feito. Com esta invenção os usuários não precisam mais se preocupar com a bateria do iPod ou celulares, pois o próprio biquíni solar irá carregar os gadgets enquanto a pessoa estiver exposta ao sol.
Surpreendentemente, o biquíni solar não impossibilita que a pessoa entre na água. No entanto, deve-se lembrar de desligar os dispositivos antes de mergulhar e secar as saídas USB antes de plugar qualquer coisa. O biquíni transmite toda a energia produzida diretamente para seu eletrônico conectado, ou seja, ela não fica armazenada. Segundo o inventor, o equipamento é totalmente seguro.
A versão masculina apelidada de iDrink, estará disponível no mercado em breve. Com uma superfície de contato maior, a voltagem também será maior e a intensão do designer é gerar energia suficiente para gelar uma lata de cerveja. O slogan da marca explica a filosofia atrás do produto que pode ser resumida pela frase: "vocês têm música, cerveja, sol e um ao outro em roupas de banho - o resto está por sua conta".
A coleção solar é perfeita para aqueles que querem ir à praia, ouvir música e ainda desfrutar de uma bebida gelada.

Redação CicloVivo
Fonte: http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2716/biquini_com_peliculas_solares_carrega_dispositivos_eletronicos/

domingo, 29 de maio de 2011

Chefe, eu sou a Nair Bello

Matéria divulgada no site da VOCE/SA trás uma história, no mínimo, inusitada a respeito de um profissional de vendas que dá uma virada em sua vida profissional, tudo por causa do Twitter e de seu anseio pelo novo e pelo que gosta de fazer. Vale a pena ler.

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Chefe, eu sou a Nair Bello. Com essa informação, em maio do ano passado, Gustavo Braun, de 27 anos, apresentou sua demissão do cargo de gerente comercial do Laboratório Boniquet do Brasil, multinacional espanhola fabricante de creme dental. Na época, seu perfil da atriz paulistana Nair Bello (1931-2007) já tinha por volta de 60 000 seguidores no Twitter.

A brincadeira, iniciada um ano antes, cresceu demais e corria o risco de sair do controle. A personagem @nairbello havia virado uma celebridade da rede social. Sem revelar a identidade, Gustavo dava entrevistas para jornais, revistas e sites. Um convite para aparecer no Teleton, programa de arrecadação de doações do SBT, obrigou Gustavo, carioca criado em São Paulo, a rasgar a fantasia.

Ele ficaria numa bancada no palco do programa, ao lado de “outros meninos da Microsoft”, assim classificados pela apresentadora Hebe Camargo. “Pensei que seria uma forma bacana de agradecer à Nair e a sua família, só que eu teria de me revelar ao vivo para todo o Brasil”, lembra Gustavo. Era demissão certa, e ele resolveu se antecipar e contar ao chefe.

Deixou o emprego e deu início a uma virada radical na carreira, que começou meio de brincadeira, com um perfil falso no Twitter. “Virei subcelebridade na web”, brinca Gustavo.Os motivos que o levaram à criação da Nair Bello do Twitter têm tudo a ver com a trajetória profissional de Gustavo. Formado em letras pela Universidade de São Paulo, ele entrou no Boniquet como analista, aos 18 anos, vindo de um estágio na Câmara Americana de Comércio.

Chegou no momento em que o laboratório espanhol se instalava no Brasil. Dentro de uma estrutura pequena, de empresa que inicia suas operações, Gustavo cresceu rápido. Aos 23 anos,já era gerente comercial e se reportava ao diretor- geral. Aos 25, já não se sentia desafiado pelo cargo. Era novo e desejava outras experiências.

"Durante um ano e meio, tuitou às escondidas durante o expediente"

“Queria direcionar minha carreira para marketing, mas na companhia só tinha espaço para vendas”, diz. Para extravasar o tédio e a frustração no trabalho, em março de 2009 Gustavo deu à luz @nairbello. Durante um ano e meio, ele tuitou às escondidas no escritório. Conforme o número de seguidores aumentava (hoje são 81 000), Gustavo ia perdendo o tesão no trabalho.

“Continuava entregando resultado, mas minha cabeça não estava mais ali.” Um dia, o chefe o chamou para uma conversa mais séria. “Disse a Gustavo que a oportunidade que a empresa oferecia era na área de vendas e que, se ele não retomasse o foco, teria de sair”, diz o ex-chefe, Claudio Bighinzolli, diretor-geral do Laboratório Boniquet do Brasil.

Preparação para sair

Gustavo decidiu rever sua carreira. Matriculou- se num MBA em marketing, começou a fazer escola de teatro e iniciou psicoterapia. “Fiz a preparação certinha e a alternativa para uma mudança profissional”, diz. Enquanto isso, o Twitter começou a virar febre no Brasil, e o perfil falso de Nair Bello, a ganhar destaque. Numa linha de humor refinado, sem apelações ou palavrões, Gustavo fazia comentários sarcásticos sobre celebridades de tevê, BBBs e ilustres desconhecidos que pagam mico no YouTube.

“A família da Nair nunca reclamou”, diz. “Acho que compreende que é uma homenagem.” O perfil do Twitter gerou o Blogue da Nonna, ainda em 2009. Nele, Gustavo passou a desenvolver as piadas que não cabiam em 140 caracteres. No início do ano passado, Gustavo começou a fazer alguns contatos profissionais. Em pouco tempo, estava concorrendo a uma vaga na Whirlpool.

Na entrevista de emprego, porém, começou a minar de propósito qualquer chance de ficar com a vaga. “Já fui gestor e sabia exatamente que palavras o recrutador queria ouvir, mas respondia outra coisa”, relembra. “No fundo, um emprego em multinacional não era o que eu buscava”, diz, hoje, após alguma reflexão. O processo rendeu, ao menos, a certeza de que uma virada na carreira era necessária.

“Ao vislumbrar a possibilidade de sair, ficou claro que eu não queria mais ficar.” A mudança de carreira começou a tomar forma numa aula sobre marketing digital no MBA da Escola Superior de Propaganda e Marketing. O professor Gil Giardelli perguntou à classe quem usava o Twitter e quantos seguidores tinham. “O Gustavo respondeu 60 000 e eu tomei um susto”, lembra Gil.

“Fiquei pensando ‘Pô, como um gerente de laboratório cosmético tem esse número de seguidores?’.” Ao final da aula, Gustavo contou a história. Gil foi o primeiro a incentivá-lo a buscar o empreendedorismo e tornou-se um conselheiro, que Gustavo ouve até hoje. “Ele tem um humor refinado e um espírito livre, jamais ficaria bem consigo dentro de uma empresa”, diz o professor.

Empreendedor

Gustavo estava digerindo a ideia de abrir um negócio quando veio o convite para aparecer na tevê. Sem ter nenhum plano B pronto, conversou com o chefe e acertaram a demissão. Ele ainda permaneceu no emprego mais quatro meses e saiu em setembro de 2010. Passou os últimos meses do ano fazendo networking, se apresentando como o profissional de marketing por trás de @nairbello.

Nos eventos de internet, ficou amigo de Vitor Calazans, dono do perfil falso de @hebecamargo. Juntos, eles lançaram no Tumblr — plataforma de microblogs no qual são publicadas, principalmente, fotos, outro sucesso das redes sociais — o Fica, Vai Ter Bolo. Em dezembro, Gustavo abriu a João Digital, agência de marketing em redes sociais. Quer vender a experiência que conquistou como um serviço, de olho no enorme contingente de corporações que ainda navegam com dificuldade nas mídias de relacionamento.

“Há espaço para as empresas explorarem o humor nesses meios e Gustavo pode ter sucesso fazendo isso”, diz Gil. No mês passado, a João Digital fechou seus primeiros dois trabalhos “com empresas grandes”, que Gustavo não revela. Se o projeto vai dar certo, é cedo para saber. Empreendedorismo é mais sobre tentar muitas vezes do que acertar na primeira. “A vida tem dessas coisas: numa sacanagem, você encontra o caminho de sua carreira”, diz Claudio, o ex-chefe. Ma Che!

fonte: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/chefe-eu-sou-nair-bello-628334.shtml


terça-feira, 24 de maio de 2011


Muitas empresas estão na onda das mídias digitais, mas talvez nunca tenham parado pra pensar que o uso incorreto de algumas dessas ferramentas digitais comuns, de uso diário por funcionários, como por exemplo e-mail, MSN, Twitter, podem causar um rombo no orçamento no final do ano.

Taí a necessidade de ter pessoas que saibam realmente fazer esse "NEGÓCIO" funcionar no seu negócio

Vejam a matéria abaixo, e saibam um pouco mais do que estou falando.

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Adotar uma postura retrógrada ou se preocupar com cada centavo investido da empresa? Este é o dilema levantado pela pequisa sobre o uso de redes sociais no ambiente corporativo, feita pelo instituto uSamp com com 500 trabalhadores nos EUA.

Divulgado nesta segunda-feira pela harmon.i.e, o estudo aponta que, na maioria dos casos, o uso das ferramentas de colaboração pelos funcionários reflete na perda de produtividade na ordem de US$ 10 mil por trabalhador ao longo de um ano. Se a empresa tiver mil funcionários, por exemplo, o "rombo" chega a US$ 10 milhões.
A pesquisa indica que 60% das interrupções no trabalho se devem ao uso de e-mail, Facebook, Twitter, MSN. De acordo com a conta, 45% dos funcionários não conseguem trabalhar sequer 15 minutos sem serem interrompidos por chamadas que despontam nas janelas das rede sociais. 53% deles perdem pelo menos uma hora por dia com esse tipo de distração.
Apesar das rede sociais, o e-mail é a comunicação que lidera a lista das maiores distrações, com 23% do total. O Facebook vem em segundo lugar, com 9%, enquanto os programas de mensagens instantâneas ficam com 6%.
As informações são do IDG Now!
 

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